Os nomes islandeses são diferentes da maioria dos outros sistemas de nomes usados no Ocidente, na medida em que os nomes seguem um padrão de sobrenomes patronímicos (às vezes matronímicos).

Isto significa que quando uma pessoa é nomeada, seu sobrenome é o nome de seu pai, mais -son. Portanto, se um homem chamado Eric tivesse um filho chamado Leif, o nome de Leif seria Leif Ericsson.

O mesmo vale para as mulheres, embora às vezes as mulheres tomem o nome de seu pai pelo sobrenome, ou o nome de sua mãe. Além disso, o sufixo -dottír é adicionado ao final do nome do pai. Assim, se uma menina chamada Os pais de Astrid fossem Leif e Inga, então sua filha poderia ser chamada ou Astrid Leifsdóttir, ou Astrid Ingasdóttir.

As mudanças foram anunciadas às leis sobre nomes em 2019. Os nomes não são mais limitados por gênero. Pessoas registradas oficialmente com um gênero não binário poderão usar o sufixo -bur ("filho de") em vez de -son ou -dóttir.

Este sistema de nomenclatura é o mesmo sistema de nomenclatura que foi usado pelos Vikings. A Islândia manteve este sistema de nomenclatura porque a Islândia é uma ilha, e teve pouco contato com o mundo exterior por algum tempo, portanto não houve muita mudança em coisas como costumes, idioma e sistemas de nomenclatura.