O psiquiatra Ian Stevenson, da Universidade da Virgínia, entrevistou crianças pequenas que afirmavam se lembrar de uma vida passada. Ele fez mais de 2.500 entrevistas durante um período de 40 anos e escreveu doze livros, incluindo Twenty Cases Suggestive of Reincarnation (Vinte Casos Sugerentes de Reencarnação).

Stevenson descobriu que as lembranças da infância possivelmente relacionadas à reencarnação ocorriam normalmente entre os três e sete anos de idade. Ele comparou as memórias com relatos de pessoas conhecidas pelo falecido, tentando fazê-lo antes de qualquer contato entre a criança e a família do falecido.

Cerca de 35 por cento das crianças examinadas por Stevenson tinham marcas de nascença ou defeitos de nascença. Stevenson acreditava que a existência de marcas de nascimento e deformidades nas crianças, quando ocorriam no local de ferimentos fatais no falecido, forneciam as melhores evidências de reencarnação. Entretanto, Stevenson nunca alegou que havia provado a existência de reencarnação, e cautelosamente referiu-se a seus casos como sendo "do tipo reencarnação" ou "sugestivo de reencarnação".

Stevenson se aposentou em 2002, e o psiquiatra Jim B. Tucker assumiu seu trabalho, e escreveu Vida Antes da Vida: A Scientific Investigationof Children's Memories of Previous LivesUma Investigação Científicade Memórias de Vidas Anteriores de Crianças).