Até o início do século 20, a tinta em uma caneta-tinteiro era mantida diretamente no barril. Os barris finos eram feitos de borracha dura, que vinha em duas cores, preto e vermelho. A tinta era colocada nestes barris com um conta-gotas. Para isso, o usuário tinha que tirar a seção do bico, colocar a tinta e substituir a seção do bico. Esta operação exigiu um lugar tranqüilo e isolado, o que algumas pessoas poderiam não ter.
Em 1907, Walter A. Sheaffer patenteou o enchimento da alavanca. Esta usava uma alavanca articulada colocada no cano da caneta que pressionava uma barra que por sua vez comprimia um saco de borracha no interior, criando um vácuo que puxava tinta para dentro da caneta. Isto podia ser feito sem remover a seção do bico.
Introduzida em 1912, esta inovação foi rapidamente imitada pelos outros grandes fabricantes de canetas. Parker introduziu o botão de enchimento, que tinha um botão escondido debaixo de uma tampa cega na extremidade do cano. Quando pressionado, ele agiu sobre uma barra de pressão no interior para deprimir o saco de tinta. Muitas outras empresas utilizaram um conjunto de alavanca plana ao longo do barril, que, quando puxado, apertou o saco de borracha. Foi o saco de borracha que fez toda a diferença entre as canetas de founain do século XIX e as do século XX. Outras empresas utilizavam um mecanismo de parafuso na extremidade superior da caneta para apertar o saco de borracha. Isto fez com que a caneta ficasse mais elegante.