O éter luminífero é uma substância que uma vez se acredita ter preenchido o Universo e explicado como a transmissão de ondas de luz pode acontecer. As pessoas acreditavam que a luz era uma espécie de onda. As ondas viajam sobre a superfície da água em um lago, através do ar em uma sala, etc. Todas as ondas que as pessoas haviam estudado antes haviam viajado através de um meio Ondas sonoras viajavam mais rápido através do aço do que através do ar. Assim, as pessoas imaginavam que a luz também deveria viajar através de um meio semelhante. Como a luz viaja mais rápido do que qualquer outra coisa, a luz deveria viajar através de algo mais rígido (como o aço) mais rápido do que qualquer outra coisa. Mas, ao mesmo tempo, esta substância teria que estar cedendo completamente para que não retardasse os movimentos dos planetas e os fizesse eventualmente cair em seus sóis. As pessoas que vieram antes de Albert Einstein acreditavam que esta substância existia, e a chamavam de "éter luminífero".

Se um observador viajasse em um barco movendo-se através de uma corrente oceânica, então eles poderiam observar mudanças na taxa que as ondas pareciam viajar, dependendo da relação do observador com a corrente.

Os físicos conduziram experimentos para tentar tornar esta questão clara. A experiência Michelson-Morley mostrou que não havia nenhum meio pelo qual a luz viajava. Mostrou que não há éter Luminífero.

A maneira mais fácil de ver a idéia geral é imaginar uma nave espacial muito rápida movendo-se à metade da velocidade da luz de uma estrela para outra. A espaçonave tem dois medidores de velocidade da luz, um apontando para trás e outro apontando para frente. Como a espaçonave está se afastando dos fótons emitidos pela estrela amarela, e correndo em direção aos fótons emitidos pela estrela azul, nossa experiência comum nos leva a esperar que mediríamos a velocidade dos fótons amarelos em 150.000 quilômetros por segundo, e a velocidade dos fótons azuis em 450.000 quilômetros por segundo. Entretanto, ambos os fótons são medidos a 300.000 km/segundo. Portanto, este resultado indica que a velocidade não muda em relação ao movimento da nave espacial.

Pesquisa recente

Um estudo recente é muito mais preciso do que o de Michelson e Morley, mas ainda mostra que a velocidade da luz é constante, não importa em que direção se esteja avançando.