O termo Bloco Oriental referia-se aos antigos Estados comunistas da Europa Central e Oriental, incluindo os países do Pacto de Varsóvia, juntamente com a Iugoslávia e a Albânia, que não estavam alinhados com a União Soviética depois de 1948 e 1960, respectivamente. O Conselho de Assistência Econômica Mútua (COMECON) organizou a cooperação econômica entre os membros.

Os governos comunistas foram inicialmente instalados, principalmente em lugares que haviam sido controlados pelos países do Eixo e ocupados devido às vitórias da União Soviética na Frente Leste (Segunda Guerra Mundial). O processo incluiu amplos controles políticos e da mídia, juntamente com uma abordagem soviética para restringir a emigração. Eventos como a cisão de Josip Broz Tito e o Bloqueio de Berlim levaram a um controle mais rigoroso. Enquanto certas facções opostas no Bloco tiveram revoltas, tais como a Revolução Húngara de 1956 e a invasão da Tchecoslováquia pelo Pacto de Varsóvia, a perestroika de Mikhail Gorbachev experimentou ineficiências e estagnação durante grande parte do Bloco que precedeu a dissolução do Bloco. As contra-revoluções de 1989 dissolveram o Bloco Soviético.

Uma pesquisa do Pew Research Center de 2009 mostrou que 72% dos húngaros e 62% dos ucranianos e búlgaros sentiam que suas vidas estavam pior depois de 1989, quando os mercados livres se tornaram dominantes. Uma pesquisa de acompanhamento realizada pelo Centro de Pesquisa Pew em 2011 mostrou que 45% dos lituanos, 42% dos russos e 34% dos ucranianos aprovaram a mudança para uma economia de mercado.