Considere cordas binárias de comprimento 6. O esquema 1*10*1 descreve o conjunto de todas as cordas de comprimento 6 com 1's nas posições 1, 3 e 6 e um 0 na posição 4. O * é um símbolo curinga, o que significa que as posições 2 e 5 podem ter um valor 1 ou 0. A ordem de um esquema o ( H ) {\displaystyle o(H)}
é definida como o número de posições fixas no modelo, enquanto que o comprimento definido δ ( H ) {\displaystyle \delta (H)}
é a distância entre a primeira e a última posição específica. A ordem de 1*10*1 é 4 e seu comprimento definidor é 5. A adequação de um esquema é a adequação média de todas as cordas que correspondem ao esquema. A adequação de uma corda é uma medida do valor da solução do problema codificado, como computado por uma função de avaliação específica do problema. Usando os métodos estabelecidos e operadores genéticos de algoritmos genéticos, o teorema do esquema afirma que esquemas curtos e de baixa ordem com aptidão acima da média aumentam exponencialmente em gerações sucessivas. Expresso como uma equação:
E ( m ( H , t + 1 ) ) ≥ m ( H , t ) f ( H ) a t [ 1 - p ] . estilo de jogo do operador (m(H,t+1))geq {m(H,t)f(H) {t}[1-p]. } ![{\displaystyle \operatorname {E} (m(H,t+1))\geq {m(H,t)f(H) \over a_{t}}[1-p].}](https://www.alegsaonline.com/image/37ac2d707cc2a474ad365dd53141be94ecad43de.svg)
Aqui m ( H , t )
é o número de cordas pertencentes ao esquema H ( H , t )
na geração t ( H , t )
f ( H ) f(H )
é a aptidão média observada no esquema H ( H )
e um t ( H ) t
é a aptidão média observada na geração t ( H ) t
é a aptidão média observada na geração t ( H ) f(H ) f(H ) f(H ) f(H ) é a aptidão média observada no esquema H ( H ) t é a aptidão média observada na geração t A probabilidade de perturbação p estilo de exibição p
é a probabilidade de que o cruzamento ou mutação destrua o esquema H estilo de exibição H
. Ela pode ser expressa como:
p = δ ( H ) l - 1 p c + o ( H ) p m {\displaystyle p={\delta (H) {\delta (H) }over l-1}p_{c}+o(H)p_{m}}} 
onde o ( H )
é a ordem do esquema, l ( )
é o comprimento do código, p m ( )
é a probabilidade de mutação e p c ( )
é a probabilidade de crossover. Portanto, um esquema com um comprimento de definição mais curto δ ( H ) {\i1}displaystyle {\i}delta (H)}
é menos provável que seja interrompido.
Um ponto muitas vezes mal compreendido é a razão pela qual o Teorema do Esquema é uma desigualdade e não uma igualdade. A resposta é de fato simples: o Teorema negligencia a pequena, porém não nula, probabilidade de que uma corda pertencente ao esquema H
seja criada "do zero" pela mutação de uma única corda (ou recombinação de duas cordas) que não pertencia ao esquema H
na geração anterior.