Há 3 arrondissements no departamento da Aveyron. Os departamentos franceses, e em outros países, estão divididos em arrondissements, que podem ser traduzidos para o inglês como distritos (em alguns casos, como bairros). A capital de um "arrondissement" é chamada de subprefeitura.

Se a prefeitura (capital) do departamento estiver em um arrondissement, essa prefeitura é a capital do arrondissement, atuando tanto como uma prefeitura quanto como uma subprefeitura. Em termos administrativos, o arrondissement não tem governo eleito próprio: serve como divisão da administração estadual, com um sous-préfet (subprefeito) que representa o Estado na subprefeitura, enquanto a préfecture é chefiada pelo préfet.

Os arrondissements são ainda divididos em cantões e comunas. Os cantões são usados, entre outras funções, como circunscrições eleitorais para o conselho departamental, e as comunas são as menores unidades administrativas com prefeito e câmara municipal.

Arrondissements da Aveyron

  • Rodez — É a capital do departamento de Aveyron (préfecture) e, portanto, também a capital do seu próprio arrondissement. Rodez é o principal centro administrativo e econômico do departamento, conhecido pela sua catedral gótica e pelo centro histórico. A préfecture em Rodez concentra serviços administrativos departamentais e regionais.
  • Millau — Funciona como subprefeitura e é o centro do arrondissement de Millau, no sul do departamento. Millau ganhou notoriedade mundial pelo Viaduc de Millau, uma impressionante ponte-viaduto sobre o vale do Tarn. A subprefeitura de Millau coordena serviços públicos estaduais para os municípios da sua área.
  • Villefranche-de-Rouergue — É a outra subprefeitura do departamento, situada na parte ocidental da Aveyron. Cidade do tipo "bastide", Villefranche-de-Rouergue tem um centro histórico bem preservado e desempenha papel local importante como polo administrativo e comercial para os arredores.

Os arrondissements variam em extensão territorial e população e servem sobretudo para organizar a atuação do Estado em nível local (justiça, policiamento, administração central) e facilitar a coordenação entre o departamento e as comunas. As fronteiras e competências podem ser ajustadas por decretos nacionais ao longo do tempo, conforme mudanças administrativas ou necessidades de reequilíbrio territorial.