Uma proposição é um termo em filosofia e lógica. É uma afirmação que tem um valor de verdade, o que significa que pode ser provada como verdadeira ou falsa. Para que uma proposição seja válida, deve ser possível provar que a proposição é verdadeira ou falsa. Muitos professores e estudantes de lógica utilizam o termo declaração e proposição para significar a mesma coisa.
É possível expressar a mesma proposta de muitas maneiras. As propostas se referem apenas ao significado real, não à maneira como a proposta é expressa. As propostas podem parecer diferentes, mas significam a mesma coisa. Quando duas proposições diferentes significam a mesma coisa, diz-se que são sinônimos, significando que cada afirmação tem o mesmo significado.
Por exemplo, "Snow is white" (em inglês) e "Schnee ist weiß" (em alemão) são sentenças diferentes porque são escritas em idiomas diferentes. Entretanto, elas significam exatamente a mesma coisa: a neve é branca. Não importa em que idioma a declaração esteja escrita, ela significará a mesma coisa. Como resultado, estas afirmações são sinônimas.
Na lógica aristotélica, uma proposta é um tipo específico de sentença que confirma ou nega que uma ação ou predicado teve lugar através de um sujeito. As proposições aristotélicas assumem formas como "Todos os homens são mortais" e "Sócrates é um homem". Em cada sentença, o sujeito (homens, Sócrates) tem um status (são mortais, é um homem) que pode ser provado como verdadeiro ou falso.
No positivismo lógico, uma proposta cujo valor de verdade não pode ser decidido é desprovida de sentido. Por exemplo, as declarações sobre a existência de divindades não podem ser provadas sob o positivismo lógico. Como as declarações não têm valor de verdade, um positivista lógico consideraria as proposições sobre deidades (como "Deus existe" ou "Deus não existe") como não tendo nenhum significado lógico.