O desastre no aeroporto de Tenerife aconteceu em 27 de março de 1977, quando dois Boeing 747 colidiram no solo do Aeroporto de Los Rodeos (agora Aeroporto Norte de Tenerife). Este acidente matou 583 pessoas a bordo dos dois vôos.
O acidente foi causado por muitas razões. Uma razão é que, como o capitão da KLM queria decolar rapidamente para poder voltar a Amsterdã. Isto o fez entender mal que foi autorizado pelo Controlador de Tráfego Aéreo a decolar e assim ele começou a decolar, acabando por cair no vôo da Pan Am. Naquela época, o Aeroporto Norte de Tenerife não tinha radar em terra, de modo que os controladores não podiam saber que o vôo da KLM estava decolando.
Outro motivo foi a neblina que cercava o aeroporto. O mau tempo reduziu a visibilidade, significando que os pilotos não podiam se ver e nem os controladores podiam ver os dois aviões na pista de decolagem. Por causa da neblina, os pilotos só se viram no último minuto, quando não puderam evitar o acidente. Se não houvesse nevoeiro, a tripulação da KLM teria visto o avião da Pan Am na pista e não teria decolado.
Foi o pior acidente da história da aviação.