Como Sócrates, Confúcio às vezes não respondia ele mesmo a questões filosóficas. Em vez disso, ele queria que as pessoas pensassem bem nos problemas e aprendessem com os outros, especialmente com a história. Confúcio também pensava que as pessoas deveriam ter poder porque eram boas e habilidosas, e não apenas porque vinham de famílias poderosas.
Confúcio queria que as pessoas pensassem mais em outras pessoas do que em dinheiro ou no que elas possuíam. No entanto, ele também sentia que deveria haver regras fortes na sociedade e que as pessoas precisavam obedecê-las. Confúcio pensava que havia cinco relacionamentos que as pessoas poderiam ter, e que todas elas tinham suas próprias regras. Duas pessoas poderiam ser
- Príncipe e Sujeito
- Pai e Filho
- Marido e Esposa
- Idosos e crianças
- ou Amigos
Estas eram relações tradicionais chamadas "os cinco protótipos". Confúcio disse que em todas essas relações, ambas as pessoas devem obedecer a regras. Por exemplo, um sujeito deve obedecer a um príncipe, mas também um príncipe deve ouvir um sujeito e deve governá-lo bem e com justiça.
Confúcio disse que as pessoas só deveriam fazer coisas a outras pessoas se não se importassem que outras pessoas fizessem essas coisas a si mesmas. Isso às vezes é chamado de Regra de Ouro e também foi ensinado por Jesus Cristo.
Seus alunos escreveram pequenas histórias sobre ele, e coisas que ele disse. Estas foram reunidas para fazer um livro chamado Os Analistas, que se tornou um dos principais livros do confucionismo.
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