Frankenstein; ou, The Modern Prometheus é um romance escrito por Mary Shelley. É sobre uma criatura produzida por uma estranha experiência científica. Shelley começou a escrever a história quando ela tinha dezenove anos. Foi publicado quando ela tinha vinte e um anos de idade. A primeira edição foi publicada anonimamente em Londres, em 1818. O nome de Shelley aparece na segunda edição, publicada na França em 1823.

Shelley tinha viajado pela região de Genebra, Suíça, onde grande parte da história se passa. As idéias sobre ocultismo foram temas de conversa entre seus companheiros de viagem, especialmente seu futuro marido, Percy Bysshe Shelley. Mary, Percy, Lord Byron e seu médico John Polidori decidiram fazer uma competição para ver quem poderia escrever a melhor história de horror. Depois de pensar durante semanas sobre qual poderia ser sua possível história, Shelley sonhou com um cientista que criou a vida e ficou horrorizada com o resultado. Ela então escreveu Frankenstein.

Desde a publicação do romance, o nome "Frankenstein" é freqüentemente usado para se referir ao próprio monstro. Este uso é às vezes considerado incorreto, mas os comentaristas de uso consideram o sentido de monstro de "Frankenstein" como bem estabelecido e um uso aceitável. No romance, porém, o monstro é chamado de "criatura", "monstro", "demônio", "desgraçado", "inseto vil", "daemon", "ser", e "ele". Falando com Victor Frankenstein, o monstro se refere a si mesmo como "o Adão de seu trabalho", e em outros lugares como alguém que "teria" sido "seu Adão", mas é, ao invés disso, "seu anjo caído".