Atenas era a maior potência marítima, e Esparta a maior potência terrestre do século V a.C. Grécia.
Na primeira fase, a Guerra Arquidâmica, Esparta lançou repetidas invasões da Ática, enquanto Atenas aproveitou sua supremacia naval para invadir a costa do Peloponeso tentando suprimir os sinais de agitação em seu império.
Este período da guerra terminou em 421 AC, com a assinatura da Paz de Nicias. Esse tratado, porém, foi logo minado por novos combates no Peloponeso. Em 415 AC, Atenas enviou uma grande força, organizada por Alcibiades, para atacar Siracusa na Sicília. O ataque fracassou, com a destruição de toda a força, em 413 aC.
A fase final da guerra é chamada de Guerra Deceleana, ou Guerra Jônica. Nesta fase, Esparta, agora recebendo apoio da Pérsia, apoiou as rebeliões nos estados súditos de Atenas no Mar Egeu e na Ionia, minando o império de Atenas. Finalmente, Atenas perdeu sua supremacia naval. A destruição da frota ateniense em uma batalha em 405 a.C. efetivamente terminou a guerra, e Atenas se rendeu no ano seguinte.