A temporada de furacões do Atlântico 2011 foi uma das mais ativas desde 1851. A temporada começou em 1º de junho de 2011 e terminou em 30 de novembro de 2011. Esta temporada tem sido "acima da média". Isto significa que houve muitos ciclones tropicais que se desenvolveram na bacia do Atlântico. A temporada começou quando a Tempestade Tropical Arlene se formou em 29 de junho. Ela se formou no Golfo do México. Em seguida, fez aterrissagem em Veracruz. A tempestade matou 25 pessoas. A quantidade de danos foi de US$ 223 milhões (US$ 2011). Depois que Arlene se dissipou, muitas tempestades tropicais começaram a se desenvolver. A maioria delas se desenvolveu a partir de um limite frontal. O que faz desta temporada a primeira vez que as primeiras oito tempestades nomeadas não atingiram a condição de furacão.

O recorde terminou quando o Furacão Irene se formou no final de agosto. Irene também se tornou o primeiro grande furacão (sendo uma categoria três ou superior na Escala de Furacão Saffir-Simpson). Após a dissipação do Irene, o Furacão Katia tornou-se o segundo grande furacão da temporada. Com dezessete tempestades tropicais, apenas quatro se transformaram em furacões. O furacão seguinte foi o Furacão Rina. Entre 7 e 9 de setembro, houve três ciclones tropicais ativos, que foram Katia, Maria e Nate. Esta informação fez com que o Centro de Previsão do Clima emitisse um comunicado La Niña.