Samira Salih al-Nuaimi (também Samira Saleh Ali al-Naimi, Sameera Salih Ali al-Nuaimy, ou سميرة صالح النعيمي em árabe) (1963 - 22 de setembro de 2014) foi uma advogada iraquiana e ativista dos direitos humanos.

Ela havia criticado o Estado islâmico no Twitter porque eles destruíram mesquitas, igrejas e santuários. Ela foi então seqüestrada por homens com máscaras. Ela foi torturada por cinco dias e depois foi morta pelo Estado Islâmico (ISIS ou Daish).

As Nações Unidas se pronunciaram fortemente contra a matança.