A Guerra da Palestina de 1948, também conhecida como Guerra da Independência para os israelenses (povo de Israel), foi uma guerra entre o novo estado de Israel, os árabes do leste de Israel, e os outros estados ao redor de Israel. A guerra começou em 1947, após o anúncio do fim do mandato britânico na Palestina (o controle britânico da região) e a separação da terra em dois países do mesmo tamanho. Ao final da guerra em 1949, Israel havia expandido (ampliado) suas terras além de suas fronteiras. O Estado árabe criado no Plano de Partição da ONU (Plano de Separação da ONU) nunca veio a existir, pois suas duas maiores partes de terra, a Faixa de Gaza (pequeno pedaço de terra ao sul da Palestina na costa) e a Cisjordânia (região a leste de Jerusalém e a oeste do rio Jordão), passaram a controlar o Egito e a Jordânia um a um. A guerra continua sendo um problema no Oriente Médio hoje em dia. Para os israelenses, ela mostra a mudança do Yishuv (o grupo judeu na Palestina) para o Estado de Israel (mesmo que a Guerra da Independência tenha ocorrido). Outros países tiveram que lidar com a idéia de perda e as dificuldades dos argumentos locais causados pela criação de um Estado judaico especial em uma região altamente árabe. Os palestinos se lembram da guerra como O Nakba (iluminado Catástrofe, árabe: النكبة, al-Nakba), a guerra que quebrou uma nação em crescimento e empurrou seu povo para longe.