A dinastia Carolíngia era uma família nobre franca que governou uma grande parte da Europa ocidental de 751 a 987. Eles eram uma linhagem de prefeitos, reis e príncipes que sucederam a dinastia Merovingiana. O membro mais famoso da família era Carlos Magno. A dinastia recebeu o nome do avô de Carlos Magno, Charles Martel. Ele era prefeito do Palácio da Austrália e Neústria. Os prefeitos do palácio eram o verdadeiro poder por trás do trono.
Charles Martel (que significa "o martelo") deixou sua riqueza e poder a seus dois filhos, Pepin III e Carloman. Em 771 Carloman morreu deixando sua metade para Pepin, que se tornou prefeito do Palácio. Quando o último dos reis merovíngios, Childeric III, foi deposto pelo Papa em Roma, Pepin foi nomeado rei dos francos. O Papa Estêvão III viajou para a França e colocou a coroa em sua cabeça. Pepin deixou o reino para seus dois filhos, Carlos e Carloman.
Carlos e seu irmão compartilharam o reino por algum tempo. Carloman viajou então para Roma e se tornou monge. Carlos se tornou o único rei. Ele então ganhou seu nome "Carlos o Grande" (Carlos Magno) ao derrotar os Lombardos, os Saxões, e os Avaros. Em 800 Carlos Magno foi coroado Imperador Romano Sagrado pelo Papa Leão III. A dinastia foi transmitida a seu filho, Luís, o Pio, e a seus netos. Quando Luís herdou o reino, o Império Carolíngio já havia começado a declinar. No final do século IX, ele chegou ao fim. Com o colapso do império, a dinastia chegou ao fim.

