Cinchona pubescens, a árvore quinina, é conhecida porque sua casca tem muito quinino. Ela tem usos semelhantes aos da Cinchona officinalis na fabricação de quinino, utilizado para o tratamento da malária. É nativa da Costa Rica, Venezuela, Equador, Peru e Bolívia. No Equador, C. pubescens é encontrada em altitudes de 300 a 3900 m acima do nível do mar. Cresce até cerca de 10 metros de altura. Tem a mais ampla distribuição de todas as espécies de Cinchona.

Plantada em outras ilhas tropicais, tornou-se uma espécie invasiva. Ela cresce rapidamente e se espalha tanto pelas sementes quanto pelas raízes. Outras plantas são incapazes de crescer na sombra que ela cria. Nas Ilhas Galápagos, a árvore foi plantada por agricultores como uma cultura para o quinino. Ela se tornou uma espécie dominante na Ilha de Santa Cruz, substituindo o arbusto Micônia e as sedas de samambaias. Ela também é invasiva no Havaí, no Maui e na Ilha Grande.

Foram feitas tentativas para controlar a planta no Parque Nacional de Galápagos usando uma variedade de métodos. Ela não é afetada por muitos venenos, ela voltará a crescer de um tronco ou qualquer pedaço de raiz deixado no chão. Controlá-la em toda a ilha de Santa Cruz custaria vários milhões de dólares americanos, de acordo com pesquisas da Fundação Charles Darwin.