A Casa de Bragança foi fundada em 1442. Foi quando Afonso, 8º Conde de Barcelos, foi nomeado Duque de Bragança. Afonso (Alfonso I) foi um filho ilegítimo do Rei João I de Portugal, da Casa de Aviz. Ele foi nomeado Duque por seu sobrinho, o Rei Afonso V de Portugal. Os duques feudais rapidamente acumularam uma fortuna em propriedades, títulos e poder. Em meados dos anos 1600, a Casa era a mais poderosa de todo Portugal. Era também uma das maiores casas da Península Ibérica.
A Casa de Bragança tornou-se a casa reinante do Brasil, primeiro, quando o Reino Unido de Portugal, o Brasil e os Algarves foram criados em 1815. O Reino Unido durou até 1822, quando o Império Brasileiro se tornou independente de Portugal. A nova nação brasileira foi liderada pelo Príncipe Pedro de Bragança, herdeiro do trono português, que governou como Imperador Pedro I do Brasil, assim como o Rei Pedro IV de Portugal. Até 1835, os Braganzas portugueses ainda estavam na linha de sucessão do trono brasileiro. A Casa foi depositada (removida) do trono brasileiro, em 1889, quando o Brasil foi proclamado república.
A Casa continuou a ser a casa reivindicadora do trono brasileiro até 1921. Foi quando Isabel, Princesa Imperial do Brasil, filha do Imperador Pedro II do Brasil, morreu. Sua reivindicação passou para seu filho, o príncipe Pedro Henrique de Orleans e Bragança. Assim, a Casa de Orléans-Braganza tornou-se a casa reivindicadora da antiga monarquia do Brasil. Pedro Henrique faleceu em 1981. O atual reclamante é seu filho mais velho, o príncipe Luiz.
Em Portugal, o Rei Carlos I de Portugal foi assassinado em 1908. Também morto no ataque, foi seu filho mais velho. Seu filho mais novo, Manuel II, tornou-se rei. Quando a República Portuguesa foi estabelecida, em 1910, o Rei Manuel II e o resto dos Braganças foram para o exílio.