A expectativa de vida é o tempo de vida que se espera de uma pessoa. Ela se baseia em muitos fatores como o país e o estilo de vida, incluindo fumar, dieta e exercício.

Há grandes mudanças na expectativa de vida entre diferentes partes do mundo, causadas principalmente por diferenças na saúde pública, na assistência médica e na dieta. Grande parte do excesso de mortalidade (taxas de mortalidade mais elevadas) nas nações mais pobres se deve à guerra, à falta de alimentos e às condições médicas ou doenças (AIDS, malária, etc.).

Nos últimos 200 anos, os países com populações negras ou africanas geralmente não tiveram as mesmas melhorias nas taxas de mortalidade que foram desfrutadas por outros povos. Mesmo em países com a maioria dos brancos, como EUA, Grã-Bretanha, Irlanda e França, os negros tendem a ter uma expectativa de vida mais curta do que os brancos (embora as estatísticas muitas vezes não sejam analisadas por raça). Por exemplo, nos EUA, espera-se que os brancos americanos vivam até os 79 anos de idade, mas os afro-americanos somente até os 75 (a partir do ano 2013).

O clima também pode ter um efeito, e a forma como os dados são coletados também pode influenciar os números. De acordo com o CIA World Factbook, Macau tem a maior expectativa de vida do mundo, de 84,4 anos.

Há também diferenças significativas na expectativa de vida entre homens e mulheres na maioria dos países, sendo que as mulheres normalmente vivem mais do que os homens em cerca de cinco anos. As circunstâncias econômicas também afetam a expectativa de vida. Por exemplo, no Reino Unido, a expectativa de vida nas áreas caras como Kensington é vários anos maior do que nas áreas mais pobres como Glasgow. Isto pode refletir fatores como dieta e estilo de vida, assim como o acesso a cuidados médicos. Pode também refletir um efeito seletivo: pessoas com doenças crônicas que ameaçam a vida são menos propensas a se tornarem ricas ou a viver em áreas caras.