Os primeiros anos
Albert Camus nasceu na Argélia de uma família pobre da classe trabalhadora. Sua mãe era espanhola e seu pai era francês. Seu pai morreu em batalha e ele foi deixado para viver com sua avó. Aos 17 anos de idade foi diagnosticado com tuberculose, o que foi muito impactante para ele naquele momento de sua vida. Isso o limitou muito em seu atletismo, bem como em suas oportunidades de carreira, devido ao fato de que a tuberculose é bastante contagiosa. Por esta razão, ele alegou que sua doença "o libertou" porque ele teria feito algo mais com sua vida se tivesse visto a oportunidade. Ele foi para a Universidade de Argel, onde se formou em 1935. Na década de 1930, Camus se interessou pela política. Em 1935, Camus entrou para o Partido Comunista Francês, um grupo político. No final da década de 1930, Camus foi escritor do jornal socialista, o Alger-Republicain.
1940s
Em 1941, Camus escreveu seu primeiro romance, que se chamava The Stranger. Durante a Segunda Guerra Mundial, Camus juntou-se à Resistência francesa para lutar contra o exército nazista. Após a Segunda Guerra Mundial, Camus tornou-se amigo de outro escritor chamado Jean-Paul Sartre. Camus e Sartre falavam freqüentemente sobre filosofia e política em pequenos restaurantes chamados cafés.
1950s
Camus escreveu livros sobre filosofia (modos de pensar) que diziam que a vida era "absurda" (não faz sentido, ou não tem sentido). Nos anos 50, Camus tentou melhorar os direitos humanos. Em 1960, Camus morreu em um acidente de carro. Ele teve dois filhos, Catherine e Jean.