O trabalho de Rothko amadureceu em campos retangulares de cor e luz. Entretanto, entre o período inicial, e os campos de cor posteriores, houve um longo período de transição, marcado por dois eventos importantes na vida de Rothko: o início da Segunda Guerra Mundial e sua leitura de Friedrich Nietzsche.
A partir de outubro de 1948, após a morte de sua mãe, Rothko começou a usar blocos retangulares simétricos de duas a três cores opostas ou contrastantes, mas complementares. Além disso, durante os sete anos seguintes, Rothko pintou em óleo somente em grandes telas com formatos verticais. Desenhos em grande escala foram usados para sobrecarregar o espectador, ou para fazer com que ele se sentisse "envolto dentro" da pintura. Para alguns críticos, o tamanho grande era uma tentativa de compensar a falta de substância. Como retaliação, Rothko afirmou:
"Eu percebo que historicamente a função de pintar grandes quadros é pintar algo muito grandioso e pomposo. A razão pela qual os pinto, no entanto . . . . é precisamente porque quero ser muito íntimo e humano". Pintar um quadro pequeno é colocar-se fora de sua experiência, olhar uma experiência como uma visão estereóptica ou com um vidro redutor. Por mais que você pinte o quadro maior, você está nele. Não é algo que você comanda".
Ele até sugeriu que os telespectadores se posicionassem a apenas dezoito polegadas de distância da tela para que pudessem experimentar uma sensação de intimidade, bem como uma admiração, uma transcendência do indivíduo, e uma sensação do desconhecido.