Os massacres de prisioneiros da NKVD foram uma série de execuções em massa cometidas pela polícia secreta soviética da NKVD contra prisioneiros na Europa Oriental durante a Segunda Guerra Mundial.

As vítimas eram principalmente da Polônia, Ucrânia, Estados Bálticos, Bessarábia e outras partes da União Soviética. O Exército Vermelho estava se retirando antes da invasão alemã em 1941 (ver Operação Barbarossa). O número de mortos chegou a 100.000 ou mais. Havia quase 9.000 na SSR ucraniana, para 20.000-30.000 na Polônia oriental ocupada, agora Ucrânia ocidental, para todos os prisioneiros tártaros na Crimeia, entre outros lugares. Nem todas as vítimas dos prisioneiros (150.000 no total) foram assassinadas; algumas foram transportadas para o interior, outras foram abandonadas nas prisões ou conseguiram escapar porque os carrascos soviéticos em retirada não puderam atender a todas elas.