A evolução dirigida (DE) é um método usado para produzir enzimas para fins industriais ou médicos.
O método é a engenharia de proteínas que imita a seleção natural.
A idéia básica é colocar um gene através de repetidas rodadas de mutação, para fazer uma biblioteca de variantes. A seleção isola os genes com a função desejada. Eles são um modelo para a próxima rodada.
Isto pode ser feito in vivo (em células vivas de bactérias ou leveduras), ou in vitro (livre em solução ou microgotas).
O teste de mais mutantes aumenta as chances de encontrar um com as propriedades desejadas.
Durante a evolução in vivo, cada célula (geralmente bactérias ou leveduras) é transformada com um plasmídeo contendo um membro diferente da biblioteca de variantes. Apenas o gene de interesse difere entre as células, sendo que todos os outros genes são mantidos iguais.
As células expressam a proteína seja em seu citoplasma ou superfície onde sua função pode ser testada. Este formato tem a vantagem de selecionar propriedades em um ambiente celular, o que é útil quando a proteína evoluída ou RNA é para ser usada em organismos vivos.
Quando feito sem células, DE usa a tradução de transcrição in vitro para produzir proteínas ou RNA livre em solução ou dentro de microgotas artificiais. Isto tem a vantagem de permitir mais condições (por exemplo, temperatura, solventes). Ele pode expressar proteínas que seriam tóxicas para as células. Além disso, experimentos de evolução in vitro podem gerar bibliotecas muito maiores (até 1015) porque o DNA da biblioteca não precisa ser inserido nas células. Isso muitas vezes limita o que pode ser feito.


