A metilação do DNA é a principal forma de ajuste da atividade genética durante a vida, especialmente durante o desenvolvimento precoce.
É um processo pelo qual os grupos metilo são adicionados ao DNA. Isto suprime a transcrição de genes. Dois dos quatro nucleotídeos do DNA, citosina e adenina, podem ser metilados. Como a metilação da adenina é restrita a procariotas, toda transcrição de eucariotas é regulada pela supressão da citosina.
A supressão de genes é a base da epigenética, o estudo das mudanças na atividade genética que não são causadas por mudanças na seqüência do DNA. É o estudo da expressão gênica, a forma como os genes provocam seus efeitos fenotípicos.
As mudanças na atividade genética por metilação podem durar o resto da vida da célula, e por muitas gerações de células através de divisões celulares. Entretanto, não há nenhuma mudança na seqüência de DNA subjacente do organismo. Ao invés disso, fatores não-hereditários fazem com que os genes do organismo se comportem (se expressem) de forma diferente.

