Antigamente, pensava-se que as ratites eram todas um grupo monofilético, que evoluíram juntas em Gondwana, no Alto Cretáceo. Então, elas evoluíram de forma separada, enquanto Gondwana se separava, e as partes se separavam. As partes se tornaram os modernos continentes do sul, mais a África e o subcontinente indiano.
Entretanto, a análise dos genes modernos entra em conflito com isto. A análise de DNA mostra que as ratites divergiram umas das outras muito recentemente para compartilhar um ancestral Gondwaniano comum. Entretanto, todas as análises mostram que as ratites reas (América do Sul) e as ratites vivas da Australásia/Oceania são monofiléticas.
Análises recentes de vinte genes nucleares sugerem que o aglomerado flagrado tinâmico dentro da linhagem de ratites. As timamidas são o grupo irmão das ratites da Australo-Pacifico.
Se assim for, isto faria "ratites", como um todo, parafiléticas em vez de monofiléticas. Uma vez que os tinamous são panfletos fracos, isto levanta questões interessantes sobre a evolução do vôo neste grupo. Se as tâmaras estão dentro da linhagem de ratites, então as ratites evoluíram sem vôo pelo menos três vezes. A reevolução do vôo no tinamous seria uma explicação alternativa, mas isso não tem precedente na evolução das aves, enquanto a perda do vôo é comum.