O Paquistão é o segundo maior país muçulmano em termos de população (atrás da Indonésia). O Paquistão é o único país muçulmano conhecido por possuir armas nucleares. O Paquistão é também um membro importante da Organização da Conferência Islâmica (OIC).
O Paquistão é um membro ativo das Nações Unidas. O Paquistão teve alguns problemas com suas relações exteriores. As relações do Paquistão com seu vizinho, a Índia, não são boas. Ambos os países têm lutado pelo território disputado de Cachemira, sobre o qual travaram duas guerras. O Paquistão também tem tido relações difíceis com os vizinhos Afeganistão e Irã. O Paquistão tem tido um longo e bom relacionamento com a China. O Paquistão tem interesse no Golfo Pérsico e tem relações bilaterais abrangentes com os Estados Unidos e outros países ocidentais.
O Paquistão desconfiou da União Soviética durante grande parte da Guerra Fria. Por causa disso, o Paquistão tinha fortes relações tanto com os Estados Unidos da América quanto com a República Popular da China.
O Paquistão era membro das alianças militares CENTO e SEATO, patrocinadas pelos EUA. A aliança dos paquistaneses com os Estados Unidos foi especialmente estreita depois que os soviéticos invadiram o país vizinho, o Afeganistão. Em 1964, o Paquistão assinou o Pacto de Cooperação Regional para o Desenvolvimento (RCD) com a Turquia e o Irã, quando os três países estavam estreitamente aliados aos Estados Unidos e, como vizinhos da União Soviética, desconfiados da percepção do expansionismo soviético. Até hoje, o Paquistão tem tido uma relação estreita com a Turquia. O RCD tornou-se extinto após a Revolução Iraniana, e uma iniciativa paquistano-turca levou à fundação da Organização de Cooperação Econômica (ECO) em 1985. Durante vários anos, as relações do Paquistão com a República da Índia foram melhorando gradualmente, o que abriu a política externa do Paquistão a questões além da segurança.