A Inquisição foi o agente legal da Igreja Católica contra a heresia na Idade Média. Ela fez duas coisas principais. Primeiro, emitiu uma lista (o Índice) de livros publicados proibidos porque continham heresia. Os fiéis eram proibidos de ler tais livros. Em segundo lugar, processou indivíduos considerados culpados de heresia.
As versões posteriores das Inquisições tinham o poder de usar a tortura ou a ameaça de tortura para obter confissões e conversões religiosas. Tinha o poder de ordenar execuções. O método padrão era queimar hereges vivos, ou garroteá-los em público. A escritura propriamente dita era feita pelas autoridades civis.
O nome completo da Inquisição era a Sagrada Congregação para a Propagação da Fé (Latim: Sacra Congregatio de Propaganda Fide) da Igreja Católica. Ela se desenvolveu em etapas. A primeira Inquisição permanente foi estabelecida em 1229. Ela foi dirigida pelos dominicanos em Roma. Em 1478 Ferdinand II de Aragão e a Rainha Isabel I de Castela criaram a Inquisição Espanhola.
Em 1542, o Papa Paulo III estabeleceu a Congregação do Santo Ofício da Inquisição como um tribunal composto por cardeais e outros funcionários. Esta versão supervisionou as Inquisições locais em outros países, e também investigou casos importantes da Itália. O caso mais famoso que tentou foi o de Galileu Galilei em 1633.
A palavra Inquisição vem do latim quaerere. Isso significa virar, fazer uma pergunta.


