Em alguns países ocidentais, como Reino Unido, Alemanha e EUA, as notas (no sentido dos gramados) recebem uma letra do alfabeto de acordo com seu tom. Desde o som mais baixo até o mais alto: A, B, C, D, D, E, F, G. Este padrão se repete, de modo que depois de G virá A. Este A é uma oitava mais alto do que o primeiro A.
Como há 12 notas necessárias na música ocidental, estas 7 notas podem ter modificadores (símbolos ou palavras que as alteram). Os dois modificadores principais são os sharps, que aumentam o tom em meio passo, e os flats, que diminuem o tom em meio passo. O símbolo para um agudo é ♯ (como o símbolo do hash (americano: símbolo numérico): #). O símbolo para um plano é ♭ (como uma letra minúscula em itálico b). Para uma nota não plana ou não afiada, o símbolo natural, ♮, é escrito antes da nota. Ao escrever em palavras (como nesta página), os símbolos são escritos após o nome da nota, por exemplo: "B♭" significa B flat e "F♯" representa F sharp. Entretanto, quando se escreve em notação musical, os sinais plano, nítido ou natural são escritos ANTES da nota. Uma maneira de lembrar isto é dizer: se o sinal viesse após a nota, seria tarde demais, e você já a teria tocado, portanto deve ir antes para que você saiba o que está por vir.
Os afiados e os flats também podem ser escritos em assinaturas-chave. Uma assinatura chave é escrita no início da peça, e repetida no início de cada linha. Ela dá os afiados ou planos que vão ser regulares na peça.
Dois outros modificadores são os dois sharps duplos, que elevam a nota um passo inteiro, e os double flats, que baixam a nota um passo inteiro. Estes são muito menos comuns que os simples agudos ou planos, mas ainda podem ser vistos em alguns tipos de música. O símbolo para um duplo sustenido é × e o símbolo para um duplo bemol é ♭♭. Por exemplo, E♭♭ é outro nome para D. Isto é chamado de equivalente enharmonic. Outro equivalente enharmônico é C e B♯.