A atmosfera de Marte é a camada de gases que envolve Marte. Ela é composta principalmente de dióxido de carbono. A pressão atmosférica média da superfície marciana (6,0 mbar) é muito menor que a da Terra (1.013 mbar). A pressão está bem abaixo do limite Armstrong, o que significa que a água ferve à temperatura normal do corpo humano: 98,6 °F (36,6 °C).
A atmosfera marciana contém 96% de dióxido de carbono, 1,9% de argônio, 1,9% de nitrogênio e vestígios de oxigênio, monóxido de carbono, água e metano, e assim por diante. Desde a descoberta do metano em 2003, os cientistas dizem que isto pode indicar vida. Também tem sido sugerido que pode ser causado por processos geoquímicos, atividade vulcânica ou hidrotermais.
A atmosfera de Marte é bastante poeirenta, dando ao céu marciano uma cor marrom claro ou vermelho alaranjado quando visto da superfície. Dados da NASA indicaram que as partículas de poeira têm 1,5 micrómetros de diâmetro.
Em 18 de março de 2015, a NASA encontrou uma aurora que não é totalmente compreendida e uma nuvem de poeira inexplicável na atmosfera de Marte.
A água líquida em Marte já foi um lugar comum, o que significa que a atmosfera era mais espessa. Muitos estudos descobriram que a atmosfera de Marte foi enfraquecida com o tempo devido aos ventos solares. Na Terra, o campo magnético nos protege da maior parte do vento. Marte costumava ter um campo magnético, mas o resfriamento do núcleo resultou na perda do campo magnético.

