A resistência holandesa foi um movimento do povo holandês que lutou contra a ocupação alemã da Holanda durante a Segunda Guerra Mundial. Eles lutaram contra os nazistas de muitas maneiras diferentes, principalmente sem usar violência. A resistência ajudou a esconder 300.000 pessoas no outono de 1944.
A resistência holandesa se desenvolveu lentamente. Em 1941, o povo holandês organizou uma greve, chamada greve de fevereiro, para protestar contra os nazistas que deportavam mais de 400 judeus. Isto encorajou a resistência. Os comunistas holandeses criaram um sistema de células (pequenos grupos de membros da resistência). Alguns outros grupos muito amadores também se formaram, como De Geuzen, criado por Bernard IJzerdraat. Alguns grupos militares começaram, tais como o Ordedienst ("serviço de ordem"). A maioria dos grupos foi descoberta pelos nazistas durante os dois primeiros anos da guerra.
Grupos de resistência holandeses reuniram contra-espionagem (informações sobre os nazistas), cometeram sabotagem e formaram redes de comunicação. Isto ajudou as forças aliadas, começando em 1944 e continuando até que a Holanda fosse libertada. Cerca de 75% (105.000 de 140.000) dos judeus holandeses foram mortos no Holocausto, a maioria deles assassinados em campos de morte nazistas. Vários grupos de resistência se especializaram em salvar crianças judias. Em algum lugar entre 215 e 500 romanos holandeses também foram mortos pelos nazistas.


