Muitas pessoas fora da comunidade os vêem como protestantes, mas alguns batistas não os vêem. Em sua opinião, os batistas existem separadamente desde os primórdios da igreja. Aqueles que têm esta visão acreditam que os batistas nunca fizeram parte da Igreja Católica Romana, e que os batistas não estão "protestando" contra o catolicismo.
Eles também apontam que os batistas não têm conexões com os reformadores como Lutero, Calvin ou Zwingli. Outros batistas aceitam o selo protestante como uma categoria para igrejas que têm visões religiosas semelhantes de sola scriptura, sola fide, o sacerdócio de todos os crentes e outras posições que Lutero ou Calvino tiveram em contraste com a Igreja Católica Romana nos anos 1500.
A etiqueta: denominação, é rejeitada por alguns por causa do sistema autônomo usado pelas igrejas batistas para controle. Ser uma denominação é vista por eles como tendo uma hierarquia em vez da Igreja Católica Romana. Outro motivo para a rejeição da etiqueta é a influência do período de Restauração nas igrejas batistas, que derrubou barreiras denominacionais. Outros batistas aceitam a etiqueta. Eles acham que ela não mente ou tem nenhum mau significado. Ela é apenas usada como sinônimo para um grupo cristão ou religioso com crenças comuns.
A etiqueta: Evangélica, é rejeitada por alguns batistas fundamentalistas que pensam que o termo não é "fundamentalista" o suficiente. Também é rejeitada por alguns batistas liberais que acham que o termo é muito conservador. É aceito por batistas moderados que acreditam no reavivamento nos Estados Unidos no século XVII, chamado Primeiro Grande Despertar. Alguns evangélicos também rejeitam o termo: fundamentalista, porque acham que é extremo demais.