A Crise dos Mísseis Cubanos foi um momento de confronto acirrado entre a União Soviética, os Estados Unidos e Cuba durante a Guerra Fria. Na Rússia, é conhecida como a Crise Caribenha (Russian: Карибский кризис, Karibskiy krizis). Cuba a chama de a Crise de outubro. Foi um conflito por procuração em torno de Cuba.

Começou quando a União Soviética (URSS) começou a construir instalações de mísseis em Cuba, em 1962. Juntamente com o anterior bloqueio de Berlim, esta crise é vista como um dos confrontos mais importantes da Guerra Fria. Pode ter sido o momento em que a Guerra Fria chegou mais perto de uma guerra nuclear.

Houve um golpe de Estado em Cuba em 1959. Um pequeno grupo liderado por Fidel Castro tomou o poder nesta Revolução Cubana. O novo governo assumiu as empresas americanas. O governo americano se recusou a importar qualquer coisa de Cuba depois disso. O embargo dos EUA contra Cuba começou em 7 de fevereiro de 1962. Em 1962, o governo americano estava preocupado que a URSS atacaria a América a partir de Cuba, porque Cuba está perto o suficiente para que os mísseis pudessem chegar a quase qualquer cidade da América. Cuba era vista pelos EUA como um país comunista, como a União Soviética.

Em outubro de 1962, navios americanos bloquearam a entrada de navios soviéticos que transportavam mísseis em Cuba. Os soviéticos e cubanos concordaram em retirar os mísseis se a América prometesse não atacar Cuba. Durante a crise dos mísseis cubanos, a administração Kennedy concordou secretamente em retirar os mísseis Júpiter da Turquia em troca da retirada de todas as armas nucleares russas de Cuba.