Existem muitos tipos diferentes de vacinas.
Um tipo comum de vacina é uma "vacina viva". Este tipo de vacina contém uma pequena quantidade de um vírus ou bactéria viva. Antes da vacina ser administrada, os cientistas enfraquecem o vírus ou a bactéria, de modo que ela não pode deixar uma pessoa doente. Quando uma pessoa recebe uma vacina viva, seu sistema imunológico aprende a reconhecer e a lutar contra esse vírus ou bactéria. Então, se a pessoa for exposta ao vírus ou à bactéria no futuro, seu sistema imunológico já "saberá" como combatê-la. Exemplos de vacinas vivas incluem vacinas contra sarampo, caxumba e catapora.
Outro tipo comum de vacina é uma "vacina inativada". Essas vacinas contêm vírus ou bactérias mortas. Elas não provocam uma reação tão forte do sistema imunológico quanto as vacinas vivas. Por causa disso, as pessoas podem precisar de "doses extras da vacina, dadas em determinados momentos, para que seu sistema imunológico possa "aprender" como combater a infecção. Exemplos de vacinas inativadas incluem vacinas para coqueluche (tosse convulsa), raiva, e hepatite B.
Em outras vacinas, apenas uma molécula de proteína do vírus ou da bactéria é injetada no paciente. A proteína é suficiente para que o sistema imunológico do paciente reconheça o germe inteiro.
Com as vacinas de RNA mensageiro, apenas o RNA mensageiro (mRNA), que atua como uma planta ou receita para a proteína, é injetado no paciente. As primeiras vacinas de mRNA foram feitas nos anos 90, mas os cientistas não fizeram um grande número delas até os anos 2010. Algumas vacinas contra o mRNA funcionam contra o câncer e podem fazer com que os tumores sejam menores.
Os cientistas podem fazer alguns tipos de vacinas em um laboratório.